Azedinhas

DSC_5119No meu tempo de piá não tinha Halls. O negócio era apelar para as azedinhas. Quem não foi criado em apartamento sabe do que estou falando. Daquelas florzinhas rosadas que cresciam por tudo. Depois das peladas nos campinhos de várzea, eu e meus parceiros (Leia-se Dedé, Digo, Gordo, Gê, Bolinha, Alce, Fê, Botcha, Gaguinho…) gostávamos de mastigar o caule, que tem gosto muito peculiar e refrescante.

No último domingo fui ao Estádio Montanha dos Vinhedos e matei a saudade. Depois de anos, voltei a mascar as azedinhas, que logo me remeteram à minha infância.

A ocasião foi no jogo dos veteranos entre Esportivo e  Grêmio. O João Paulo, parceiro deste blog, estava junto e provou também da plantinha que invadia vários pontos do gramado.  A propósito, a florzinha deu sorte. O alviazul venceu o jogo por 6 a 0.

Gustavo Bottega

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1 comentário

Arquivado em Blog da Corneta

Uma resposta para “Azedinhas

  1. Bah, ninguém comentou minha foto, então vou comentar: ‘A vida é bela…”

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